Parte 3 – O Caos Mundial é Proposital. Agenda ONU 2030 x Totalitarismo

A Nova Ordem Mundial (que é basicamente a Agenda ONU 2030) será iniciada o mais rápido possível e antes de 2030.
O início se dará pelo já denominado “The Great Reset“.

A imposição da Nova Ordem Mundial (NOM) será feita a qualquer custo, haja o que houver, esforços não serão poupados para se atingir o objetivo.

A Wikipedia (site declaradamente de esquerda) define:
“O termo Nova Ordem MundialNOM (em inglês: New World OrderNWO) refere-se à eventualidade de existir uma conspiração, por parte de certas elites políticas e governos, para a implantação de um único governo mundial, totalitário e globalista.”

A própria Wikipedia também define:
Totalitarismo é um sistema político ou uma forma de governo que proíbe partidos de oposição, que restringe a oposição individual ao Estado e às suas alegações e que exerce um elevado grau de controle na vida pública e privada dos cidadãos. É considerado a forma mais extrema e completa de autoritarismo. Nos estados totalitários, o poder político é detido por autocratas que recorrem a extensas campanhas de propaganda difundidas por meios de comunicação de massa detidos pelo Estado.”

Exemplos de governos totalitários:

  • Nazismo de Hitler (Nacional-Socialista)
  • Fascismo de Mussolini
  • Governo da República Popular da China
  • Governo Comunista da União Soviética
  • Governo da Coreia do Norte
  • Governo Comunista de Raul e Fidel Castro, em Cuba (“Castrismo”)
  • Bolivarianismo de Hugo Chavez e Nicolás Maduro, na Venezuela
  • Entre muitos outros…

Características do Totalitarismo

  • abolição da propriedade privada
  • coletivização obrigatória dos meios de produção agrícola e industrial
  • patriotismo, ufanismo e chauvinismo exacerbados
  • controle populacional
  • regime de partido único (um partido de massas)
  • centralização dos processos de tomada de decisão no núcleo do Partido Único
  • burocratização do aparelho estatal
  • censura aos meios de comunicação e expressão
  • intensa repressão a dissidentes políticos e ideológicos
  • fundamentos ideológicos no socialismo
  • supressão da religião
  • culto à personalidade do(s) líder(es) do Partido e do Estado (dominação carismática)
  • intensa presença de propaganda estatal
  • incentivo ao patriotismo como forma de organização dos trabalhadores
  • paranoia social e patrulha ideológica
  • militarização da sociedade e dos quadros do Partido
  • desarmamento da população
  • expansionismo
  • busca de um inimigo em comum para justificar o endurecimento do regime (judeus, cristãos, muçulmanos Uigure, negros, homossexuais, etc…)

Ou seja, será o fim da família, da liberdade, da propriedade e da religião.

E a estratégia já está mais do que clara:
Criar situações catastróficas para gerar a necessidade de uma
Nova Ordem Mundial

Será uma “imposição” solicitada pela humanidade.

Vale muito a pena dar uma olhada nas 17 Metas e em seus 169 Desdobramentos para entender bem do que se trata tudo isso.
E observe se a aplicação ou como a realização de muitos dos desdobramentos da Agenda 2030 não se encaixam nas características acima…

E quem estaria por trás disso tudo?

Parte 2 – O Caos Mundial é Proposital. A Década da Ação – 2020 a 2030

A Década da Ação

A ONU define também que a década de 2020 a 2030 será a década decisiva ou “A Década da Ação“.

Veja o link abaixo para acesso à página da ONU e vídeo (ambos em inglês).

Para se atingir os objetivos até 2030, ações coordenadas e efetivas precisam ser adotadas. A implantação das 17 metas será feita a ferro e fogo a partir de 2020.

A imposição da Nova Ordem Mundial será feita a qualquer custo, haja o que houver, esforços não serão poupados para se atingir o objetivo.

Estratégia para atingir as 17 metas.
Criar a “Necessidade”

A estratégia é mais do que clara: “Criar Situações caóticas para gerar a Necessidade“.

Se dermos uma olhada bem detalhada, veremos (logo abaixo) que os “distúrbios” naturais atuais que vêm ocorrendo no Globo Terrestre, informados de forma apocalíptica pelas mídias sociais mundiais, não são necessariamente uma consequência do “regime” em que vivemos ou de como tratamos ou cuidamos da natureza ao longo dos séculos, mas sim algo que pode estar sendo gerado de forma proposital e planejada.

O objetivo é influenciar decisões mundiais unilaterais, ditatoriais, totalitárias.

E são muitas as ações premeditadas para que essa ferramenta seja utilizada…

  • Tudo começou com a redução das emissões de CO2. Até hoje a base cientifica para a redução de CO2 é contestável…
  • A alteração proposital do clima em regiões pré-determinadas (específicas ou globais) provocando as chamadas catástrofes naturais já é algo conhecido desde a década de 70 e é perfeitamente factível, ou seja, podem ser geradas secas, chuvas torrenciais, terremotos, tsunamis, inundações… Porém, ninguém divulga.
  • A geração de situações pandêmicas, como a que estamos ainda vivendo, também pode ser facilmente implantada. A indústria de aumento de função de vírus existe desde há muito tempo.
  • A velha mídia aterrorizando a população, baseada em “dados científicos”, criados com interesses financeiros e de poder, também é algo real.
  • O impedimento à liberdade de ir e vir, a obrigatoriedade do desarmamento, bem como o cerceamento de outros direitos também é algo que estamos vivenciando no dia-a-dia.
  • A “crise” do silício…
  • O conflito armado Rússia/Ucrânia, com as sanções aplicadas à Russia, bem como os cortes do fornecimento de gás e fertilizantes para a Europa, por parte da Rússia. O que, certamente, gerará o caos no inverno europeu.
  • A inflação mundial propositadamente gerada, principalmente nos países desenvolvidos e mais ricos do mundo que, coincidentemente, atendem à agenda 2030.
  • A inflação proposital nos países de viés esquerdista… Vide Argentina, Venezuela… As Américas (Sul, Central e do Norte) estão prestes a se tornar um continente totalmente “vermelho”… Só falta o Brasil, pois os EUA já embarcaram na “onda vermelha”.
  • Empresas de suprimento alimentício e de sub-produtos da indústria estão sendo incendiadas em todo o mundo. E ninguém noticia… Ninguém sabe… Toda a velha imprensa mundial está calada…
  • Agora, a imposição em alguns países (como na Holanda) para a redução das emissões de Óxido de Hidrogênio em 50% até 2030… Impactando negativamente a produção de proteína animal.

E preparem-se… Vem muito mais por aí…
É só “eles” perceberem que “a coisa” não está andando com a rapidez necessária, que lançarão outra desgraça no mundo!

Dessa forma, uma situação negativa acaba levando a uma nova situação negativa e, consequentemente, daqui há algum tempo (de desgraças contínuas), não saberemos mais onde tudo começou… e nem quem nasceu primeiro… o ovo ou a galinha…

Ou seja, o caos está sendo provocado, aqui, ali e acolá, para dar a sensação de que a civilização está se auto-aniquilando e de que a Terra está sobrecarregada e não comporta mais o sistema atual de se viver. E que não estamos devidamente preparados para o inesperado apocalíptico futuro, que está bem próximo, e que, se continuar assim, a humanidade vai se extinguir rapidamente ou sofrerá diante de uma desgraça catastrófica iminente.

E, para atingir esse fim, nada melhor que gerar o caos mundial e implantar o terror emocional em cada uma de nossas mentes, para então ser criada a “necessidade” de se instituir a Nova Ordem Mundial.

Infelizmente, uma grande parcela da população menos atenta, que é desinformada (recebe a informação distorcida), na maioria são pessoas de bem, “vão na onda” do politicamente correto, sem analisar possíveis interesses por trás das nefastas ações e aceitam, pacificamente, as imposições totalitárias. Influenciadas pela velha mídia, acreditam piamente que estão fazendo o correto. E até lutam por isso.

Dessa forma, após o caos e o terror literalmente instalados no planeta (independentemente da quantidade exterminada de seres humanos), a implantação da Nova Ordem Mundial cairá como uma luva, será a “Salvação da Humanidade” e os sobreviventes da população, já dizimada, não só aceitarão, mas implorarão e suplicarão pela sua implementação.

A´í é que entra o The Great Reset!

Devemos julgar o próximo?

Fonte: Paraclitus
https://www.facebook.com/Paraklitus/photos/a.4805629366165046/5636306399764001/

É impressionante como algumas pessoas que raramente lêem a Bíblia são rápidas no gatilho na hora de citar um versículo bíblico quando discutem com cristãos: “Não julgueis” ( Mt 7, 1).

Essa frase é utilizada muitas vezes para calar-nos e impedir-nos de tocar em questões morais. “Você não deve dizer aos outros o que é certo ou errado! Afinal de contas, Jesus disse: ‘Não julgueis!'”

O estado de uma alma aos olhos de Deus é algo reservado apenas a Deus e a essa alma. Só Deus enxerga o quadro inteiro.

A Bíblia, porém, refere-se ao julgamento de diferentes maneiras. Antes de mais nada, nós nunca deveríamos julgar a alma de outra pessoa. É isso o que Jesus critica ao dizer: “Não julgueis.” Somente Deus sabe em que condições espirituais as pessoas se encontram e como elas se relacionam com Ele.

Por outro lado, ao mesmo tempo que nos proíbe julgar os outros, Jesus não nos diz que é pecado usar a inteligência para discernir o certo do errado. De fato, a Bíblia nos exorta a formar bons e sábios juízos a respeito de muitas coisas na vida. São Paulo, por exemplo, diz que “o homem espiritual julga todas as coisas” (1Cor 2, 15).

O problema é que muitas pessoas têm medo de dizer que algo é moralmente errado porque não querem parecer “intransigentes”, “sentenciosas”, e nós precisamos ajudá-las a perceber que há uma grande diferença entre fazer um julgamento moral, por um lado, e julgar a alma de alguém, por outro.

Ora, eu posso usar a minha inteligência para fazer um simples julgamento? Se percebo que está chovendo, formulo o seguinte juízo: “Tenho de levar o guarda-chuva”; se, pelo contrário, estiver nevando, julgo de outra maneira: “Preciso me agasalhar”. Devo ser considerado um “preconceituoso sem coração” por fazê-lo? É claro que não; Deus me deu uma inteligência, e quer que eu a utilize.

De modo parecido, posso usar a minha razão para fazer um julgamento sobre as ações de outras pessoas? Se eu vir a minha filhinha correndo em direção à rua, posso julgar assim: “Isso não será bom para ela, porque talvez seja atropelada”? Se eu o fizer, não estarei dizendo que minha filha é uma pessoa horrível, condenada ao fogo do inferno; estarei apenas observando que ela está prestes a fazer algo que lhe pode ser prejudicial.

Mas sigamos em frente. Posso usar a minha inteligência para avaliar as ações morais de outra pessoa? Suponhamos que haja uma jovem universitária que tem-se deitado com um rapaz depois do outro. Posso empregar minha razão e julgar: “Isso não é bom para ela”? Posso fazer o seguinte julgamento: “Ela não vai ser feliz se continuar vivendo assim, pois nunca encontrará o amor duradouro que tanto deseja. Ela foi feita para algo melhor do que isso”? É claro que posso!

Mas não nos esqueçamos: fazê-lo não é julgar a sua alma. Ela pode muito bem estar fazendo algo objetivamente errado; mas eu, em todo caso, não tenho acesso à situação pessoal dela perante Deus. Não conheço o seu passado, a sua vida, as suas mágoas. O estado de uma alma aos olhos de Deus é algo reservado apenas a Deus e a essa alma. O Catecismo da Igreja Católica explica como diversos fatores podem entrar em jogo nas decisões livres do homem de tal maneira que a sua culpabilidade pode ser diminuída e limitada (cf., por exemplo, CIC, § 1860).

Só Deus enxerga o quadro inteiro. Talvez essa moça venha de uma família mal estruturada e nunca tenha vivido um amor autêntico; talvez tenha sido abusada; talvez lhe tenham ensinado que isto, fazer sexo casual, significa “ser uma mulher livre e autônoma”. Essa jovem não precisa que eu a condene ao inferno; ela precisa conhecer o amor de Deus, a sua misericórdia e os planos que Ele tem para a vida dela.

Ao mesmo tempo — e isto é imprescindível —, se eu me importo verdadeiramente com ela, não deveria dizer-lhe algo sobre o modo como tem vivido? Se ela fosse, por exemplo, uma amiga próxima ou até mesmo um parente, não deveria falar-lhe dessas coisas?

Eu não estaria julgando a sua alma — isso é algo entre ela e Deus. Mas amar é querer o bem do outro, buscar o que é o melhor para a outra pessoa; e se eu realmente a amo, não haverá prova maior desse amor do que procurar endireitá-la, mostrar-lhe o bom caminho.

Eu devo, é claro, ser prudente, falar no tempo e do modo conveniente, com fina delicadeza, humildade e compaixão. Mas ficar sentado de braços cruzados, sem nunca compartilhar com ela a verdade, não é por certo uma grande prova de amor. É como se eu visse a minha filha de dois anos a ponto de tocar a boca quente do fogão e lhe dissesse: ” Olha, eu não faria isso; mas não quero julgar. Faça o que a fizer feliz”.

Imagine ainda que a minha filha, que ainda não sabe falar, está prestes a jogar-se na piscina e eu lhe digo: “Bom, se é o que deseja fazer… Eu, pessoalmente, não o faria; mas não quero lhe impor minhas opiniões. A vida é sua”. Seria isso um gesto de amor? Evidentemente não.

Essa postura nos revela mais uma tragédia do relativismo moral: ele nos impede de amar as pessoas. Ele pode tornar-nos indiferente às necessidades das pessoas que Deus colocou em nossa vida. Em vez de tratar com amor e solidariedade os irmãos que vemos tropeçar na vida, fazemo-nos apáticos e desentendidos. Imitamos o exemplo de Caim, que disse: “Sou porventura eu o guarda de meu irmão?” (Gn 4, 9). Isso não é amor.

Saiamos logo da cultura do relativismo e mostremos mais amor às pessoas que fazem parte de nossa vida, partilhando com elas a verdade.

Inúmeros problemas de saúde são mais prováveis ​​devido às vacinas COVID-19 do que por coincidência: análise de dados VAERS

Fonte: The Epoch Times

Vários problemas de saúde relatados por pessoas após receberem uma das vacinas contra a COVID-19 são mais provavelmente causados ​​pelas vacinas do que mera coincidência, de acordo com uma análise de dados do Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS).

O VAERS foi inundado com mais de um milhão de relatórios de vários problemas de saúde e mais de 21.000 relatórios de morte desde a introdução das vacinas no final de 2020. Alguns especialistas e funcionários públicos minimizaram o significado dos relatórios, observando que apenas porque um problema de saúde ocorre depois de receber a injeção, isso não significa que foi causado por ela.

Uma análise mais profunda dos dados, no entanto, indica que muitos dos efeitos adversos são mais do que apenas uma coincidência, de acordo com Jessica Rose, bióloga computacional que estuda os dados há pelo menos nove meses.

“Os sinais de segurança que estão sendo emitidos no VAERS agora estão fora de série”, disse ela ao Epoch Times.

Existem várias maneiras de analisar os dados para descobrir se o nexo causal entre um evento adverso e a vacinação é real ou ilusório. Por exemplo, as vacinas geralmente vêm em duas doses. Um evento adverso aleatório não relacionado à vacina deve ser independente da dose. Um acidente vascular cerebral que coincide aleatoriamente com uma vacinação não deve ser exigente quanto à dose. Nos dados do VAERS, no entanto, vários dos problemas relatados são dependentes da dose. A miocardite em adolescentes, por exemplo, é relatada várias vezes mais frequentemente após a segunda dose do que após a primeira. Após uma dose de reforço, em contraste, a frequência é significativamente menor do que após a primeira dose, descobriu Rose.

Foto do Epoch Times
Um gráfico mostrando a idade em relação ao número absoluto de notificações de miocardite arquivadas no VAERS de acordo com as doses 1, 2 e 3 das vacinas COVID-19. (Jéssica Rosa)

Outros pesquisadores e autoridades de saúde já reconheceram que as injeções estão associadas a um risco elevado de miocardite, especialmente em adolescentes, embora geralmente também digam que o risco é baixo.

No entanto, a dependência da dose também aparece nos dados do VAERS para outros problemas, incluindo desmaios e tonturas, que são mais comuns após a primeira dose.

Foto do Epoch Times
Um gráfico mostrando a idade em relação ao número absoluto de relatórios de síncope (desmaios) arquivados no VAERS de acordo com as doses 1 e 2 das vacinas COVID-19. (Jéssica Rosa)

Rose reconheceu que a análise estatística raramente fornece respostas definitivas. Pode haver, por exemplo, algum fator desconhecido que leve a mais relatos de eventos de saúde não relacionados após a primeira ou segunda injeção. Em sua opinião, no entanto, os dados se afastam de tal conclusão. Pesquisas anteriores mostraram que a maioria das notificações de VAERS são arquivadas pela equipe médica, que não deve deixar de relatar eventos adversos com base na dose que está sendo administrada. Para Rose, parece mais provável que, se as pessoas sofrerem problemas de saúde após uma injeção de uma nova substância e se os problemas mudarem substancialmente entre a primeira e a segunda injeção, a substância provavelmente teve algo a ver com isso.

“Em vez de poder explicar isso acontecendo por qualquer outro motivo, satisfaz muito bem o ponto de dose-resposta, na minha opinião”, disse ela sobre os resultados da miocardite.

Quanto ao motivo pelo qual os relatórios caíram após os tiros de “reforço”, ela disse que não encontrou uma explicação definitiva. Pode ser que as pessoas que não se sintam bem após as duas primeiras doses pensem duas vezes antes de conseguir mais. Como tal, aqueles com maior risco de uma reação adversa seriam menos propensos a receber o reforço.

Rose chegou aos resultados depois de avaliar os dados do VAERS a partir da perspectiva dos critérios de Bradford Hill – um conjunto de nove perguntas que são usadas por epidemiologistas para determinar se algum fator é provavelmente a causa de um efeito observado na saúde.

Ela disse que encontrou evidências para responder positivamente a todas as perguntas.

Rose encontrou resistência nos círculos científicos estabelecidos quando tentou pela primeira vez divulgar suas análises. No ano passado, pouco antes de seu artigo sobre os dados de miocardite do VAERS ser impresso, a editora retirou o artigo por motivos pouco claros.

Lixo Residual das Novas Formas de Geração de Energia

Fonte: European Environment Agency

Energia Fotovoltaicas: em 2030 é esperado cerca de 1,5 milhões de toneladas de massa de vidro, metais e silício contidos com alto impacto no fluxo de resíduos fotovoltaicos na Europa em toneladas/ano

Energia Eólica: em 2030 é esperado cerca de 4,7 milhões de toneladas de massa de metais contidos com alto impacto no fluxo de resíduos dos moinhos de vento

Energia de Acumuladores e Autos: em 2030 é esperado cerca de 240 mil toneladas de massa de resíduos de todas as baterias de íon de lítio (armazenamento de energia, baterias de tração e baterias portáteis) e os metais contidos com alto impacto na UE-27.

Etanol – Ciclo Neutro de CO2

Análise de Ciclo de Vida

Nas avaliações sobre a eficiência ambiental dos diferentes tipos de combustíveis é preciso incorporar o conceito do “do poço à roda” (em inglês Well-to-Wheel ou WTW).

Nesse caso “são contabilizados todos os fluxos de material e energia consumidos pelos processos produtivos e emitidos para o meio ambiente, desde a extração de recursos naturais, aquisição ou produção e tratamento da biomassa, sua conversão em biocombustível, até sua combustão nos motores, incluindo todas as fases de transporte”.

Nesse contexto, as emissões de carbono provenientes da queima dos biocombustíveis nos motores são consideradas neutras em termos de impacto climático, pois o CO2 lançado na atmosfera nesse processo é gerado a partir do ciclo biológico do carbono. Esse é o chamado “carbono biogênico” e se diferencia daquele gerado na queima do combustível fóssil, que envolve a ciclagem de longo prazo por meio de processos geológicos (ciclo geológico do carbono).

Assim, a emissão de gases de efeito estufa (GEE) evitada pelos biocombustíveis está associada ao processo de substituição do seu concorrente de origem fóssil e não decorre exclusivamente da absorção de CO2 pela cana-de-açúcar. Ou seja, para evitar a emissão de GEE, é necessário que ocorra consumo de etanol em detrimento da gasolina e isso não aconteceria sem o processamento da matéria-prima e a sua conversão em biocombustível.

O etanol produzido de cana-de-açúcar surgiu, no Brasil, basicamente por duas razões: a necessidade de amenizar as sucessivas crises do setor açucareiro e a tentativa de reduzir a dependência do petróleo importado. Nesse sentido, no início do século XX, ocorreram as primeiras ações de introdução do etanol na matriz energética brasileira. Em 1925, surgiu a primeira experiência brasileira com etanol combustível. Em 1933, o governo de Getúlio Vargas criou o Instituto do Açúcar e do Álcool – IAA e, pela Lei nº 737, tornou obrigatória a mistura de etanol na gasolina.

Em 1975, foi lançado o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), cujo objetivo maior era a redução da dependência nacional em relação ao petróleo importado. Naquele momento, o Brasil importava, aproximadamente, 80% do petróleo consumido, o que correspondia a cerca de 50% da balança comercial.

Brasil é o segundo maior produtor mundial de etanol combustível, e até 2010, o maior exportador do mundo. Juntos, Brasil e Estados Unidos lideram a produção industrial de etanol, representando em conjunto 87,8% da produção mundial em 2010 e 87,1% em 2011.Em 2011, o Brasil produziu 21,1 bilhões de litros, o que representava 24,9% do total de etanol do mundo usado como combustível.

O país é classificado como a primeira economia sustentável com base em biocombustíveis do mundo, além de ser um líder da indústria de biocombustíveis, um modelo para outros países; e seu etanol de cana-de-açúcar é considerado “o combustível alternativo mais bem sucedido até o momento.

A razão entre a energia obtida e a energia total utilizada para produzi-la é muito maior para o álcool de cana do que para qualquer outro biocombustível.

O valor internacionalmente reconhecido hoje está entre 8,3 e 10,2. Em contraste,
está o álcool de milho, produzido nos EUA e responsável por mais de um terço do consumo mundial, que tem como ciclo de vida algo entre 1,0 e 1,4, de acordo com diferentes.

A mais recente e, possivelmente, mais confiável estimativa (feita pelo American Institute of Biological Sciences) é 1,1 isto é, obtém-se apenas 10% a mais de energia na forma de álcool do que a que se consome como energia fóssil.
Essa alternativa, portanto, contribui de maneira insignificante para o combate ao efeito estufa. Sua utilidade é apenas no que diz respeito à poluição em centros urbanos densos, uma vez que será o etanol e não o fóssil que será queimado nas
grandes cidades. E, também nesse aspecto, é o álcool muito menos poluente que os fósseis. A beterraba, usada na Europa, sob tal perspectiva, também é pouco recomendável, pois seu ciclo de vida é de aproximadamente 2. Com a exceção
do óleo de palma, que tem, para esse parâmetro, um valor próximo a 5, as demais opções, tanto para a produção de biodiesel como para a de etanol, não supera a marca de 3 para o ciclo de vida, dentro dos limites das tecnologias atualmente em uso.

Esta é uma das razões por que os respectivos custos de produção ainda estão muito acima daqueles do etanol de cana.
Todavia, o desenvolvimento genético da matéria-prima e os processos de produção de muitas das opções para o biodiesel ainda não passaram por um “aprendizado”, período em que tecnologias são ajustadas de maneira a reduzir os custos de produção, como já ocorreu com o etanol, tanto de cana como de milho e de beterraba. Também é o caso do biodiesel de soja, que já teve sua curva de aprendizado percorrida e, muito provavelmente, não mais terão reduzidos, de modo
apreciável, seus custos de produção, devido principalmente à produtividade e ao ciclo de vida, que são extremamente baixos.

Comparação entre a produção de etanol nos Estados Unidos e Brasil

Característica Brasil Estados UnidosUnidades
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Matéria prima (insumo agrícola)cana-de-açúcarMilho
Matéria prima (química)Glicose
(monossacarídeo)
Amido
Produção total de etanol (2008)6,4729,000Milhões de galões líquidos EUA
Total terras aráveis354270Milhões hectares.
Área total plantada do cultivo para produzir etanol3,6 (1%)10 (3,7%)Milhões hectares (% total arável) em 2006
Produtividade per hectare plantada6,800-8,0003,800-4,000Litros de etanol per hectare produzidos.
Balanço energético (produtividade energética)8,3 a 10,2 vezes1,3-1,6 vezesRelação da energia produzida sobre a energia gasta na produção do etanol
Redução das emissões de gases de efeito estufa86-90%10-30% % de emissões evitadas ao substituir gasolina por álcool, sem mudanças nos usos dos solos
Tempo para restituir o carbono pelo uso de terras novas17 anos93 anosCenários com mudanças no uso do solo por Fargione et al.
Frota de veículos flex (autos e comercias leves)8,2 milhões8,0 milhõesSomente automóveis e camionetes. Brasil em Julho de 2009 (frota usa E25 a E100) e E.U.A no início de 2009 (usa somente E85).
Postos de combustível com venda de etanol no país33.070 (100%)1.963 (1%)% do total de postos em cada país. Em Dezembro 2007 para Brasil e Março 2009 para E.U.A.
Participação do etanol no mercado de combustível50%4%% do consumo total em base volumétrica. Brasil até Abril 2008 e ano 2006 para E.U.A.
Custo de produção (USD/galão)0,831,142006/2007 para o Brasil (22¢/litro), 2004 para E.U.A (35¢/litro)
Subsídio agrícola (em USD)00,45/galãoE.U.A. desde 1 de Janeiro 2009. No Brasil a produção do etanol já não tem subsídios.
Tarifas de importação (em USD)00,54/galãoAté 30 de Abril 2008, o Brasil não importa etanol, E.U.A. importa, a maioria do Brasil

País de Gales pode recrutar pessoal não vacinado do Sistema de Saúde Inglês

Fonte: BBC-UK

O primeiro-ministro do País de Gales, Mark Drakeford, “não descarta” o recrutamento de trabalhadores do Sistema de Saúde da Inglaterra, que acabam deixando seus empregos devido à sua política de vacinação obrigatória.
Isso ocorre quando o Royal College of GPs disse que o prazo para os profissionais de saúde na Inglaterra receberem uma vacina contra o Covid deve ser adiado para evitar a escassez de funcionários .

As vacinas não são obrigatórias para os funcionários do Sistema de Saúde no País de Gales.

Drakeford disse que uma “grande maioria” da equipe do setor de atendimento também tomou as “proteções que a vacinação oferece”.

Quando perguntado se ele contrataria funcionários do Sistema de Saúde da Inglaterra, Drakeford disse: “Não descartamos, mas dependeria do que alguém dissesse em uma entrevista quando estivesse se candidatando a um emprego.

“Não vamos tornar as vacinas obrigatórias em nosso Sistema de Saúde”, disse ele.

“Nós não temos em nossos serviços de assistência social porque tivemos sucesso por persuasão, fazendo com que a grande maioria das pessoas que trabalham em nossos serviços fizessem a coisa certa e adotassem as proteções que a vacinação oferece”.

A equipe do NHS (Sistema de Saúde) na Inglaterra deve ter um primeiro jab até 3 de fevereiro e estar totalmente vacinada até 1º de abril para continuar nas funções da linha de frente.

O Departamento de Saúde do Reino Unido disse que não havia planos de adiamento e que era “a coisa certa a fazer para proteger os pacientes”.

Drakeford disse: “Não espero que procuremos pessoas que não foram vacinadas, mas, se as pessoas se candidatarem, serão entrevistadas da maneira normal.

“Nós olhamos para ver o que estava por trás da decisão deles.”

“Nós não os descartaríamos, mas certamente não iremos procurá-los.”

Gráfico mostrando a estrada fora do bloqueio

Enquanto isso, o grupo conservador no Senedd – Parlamento galês pediu ao governo galês que estabeleça uma data para que todas as regras do Covid do País de Gales sejam suspensas.

O porta-voz da saúde Tory, Russell George MS, disse que, embora ele não achasse que o País de Gales estava em posição de fazer isso ainda, ele pediu uma data no futuro e um conjunto de “critérios para chegar a essa data”.

O porta-voz de saúde da Plaid Cymru, Rhun ap Iorwerth MS, disse: “O que precisamos fazer agora é pensar no longo prazo porque, embora os conservadores pareçam pensar que têm o monopólio de querer deixar essa pandemia para trás, nenhum de nós, em qualquer partido político, quer manter as medidas de proteção por mais tempo do que o possível.”

A ministra da Saúde do País de Gales, Eluned Morgan, disse que era “um pouco ingênuo” agir como se “tudo tivesse acabado”, já que as taxas de transmissão permaneceram “realmente altas”, apesar de uma redução significativa nas últimas semanas.

Mas ela disse que o governo galês estaria delineando como é “o longo prazo” para descartar as leis restantes da Covid .

No domingo, a Public Health Wales disse que a taxa de Covid caiu ainda mais para 472,4 casos por 100.000 pessoas em sete dias.

Ele relatou mais oito mortes com Covid e 2.827 novos casos positivos.

Mas três quartos das pessoas que testam positivo para testes de fluxo lateral não são mais solicitados a fazer testes de PCR de acompanhamento, tornando mais problemático interpretar os dados.

Parte 1 – O Caos Mundial é Proposital. Agenda ONU 2030 e a Nova Ordem Mundial

A Agenda 2030 da ONU e a Nova Ordem Mundial

Em 2015, de acordo com a ONU, os 193 Estados-Membros da Organização das Nações Unidas (ONU) adotaram formalmente, no dia 25 de Setembro a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável composta por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ou em inglês definidos como SDG (Sustainable Development Goals).

Veja abaixo o vídeo em português e visite o site em inglês sobre as 17 metas globais.

A nova agenda é uma promessa dos líderes para a sociedade mundial. É uma agenda para acabar com a pobreza em todas as suas formas, uma agenda para o planeta”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, no discurso de abertura da Cúpula das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

A própria ONU declarou que, “2015 ficará na história como o ano da definição da Agenda 2030“.

A Agenda ONU 2030, que nos levará à Nova Ordem Mundial, será implementada o mais rápido possível e antes de 2030.

Através do planejado caos mundial, a implantação da Nova Ordem Mundial acontecerá, à vista dos menos atentos, como necessária e será iniciada pelo já nomeado “The Great Reset“.

O discurso do secretário da ONU precedeu a adoção formal do documento “Transformando Nosso Mundo”, composto por 17 objetivos e 169 metas para países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) que serão durante a Cúpula da ONU

Os ODS (ou SDGs) são uma continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, agenda acordada em 2000 pelos países-membros da ONU para combater a pobreza.
O processo de construção dos ODS começou com a Conferência Rio+20 e teve participação de 193 países.

Entre as propostas estão erradicar a fome e a pobreza, promover a agricultura sustentável, saúde, educação e igualdade de gênero, além de garantir a todos o acesso à água, ao saneamento e à energia sustentável, o crescimento econômico, emprego, a industrialização, cidades sustentáveis e a redução da desigualdade.

Quem lê somente os 17 Objetivos da Agenda ONU 2030 não percebe a ação tipicamente totalitarista “embutida” neles. Sao até virtuosos, diria um leitor desatento.

Porém os 17 objetivos são a máscara que esconde a verdadeira face, é o lobo vestido em pele de cordeiro.

É necessária uma leitura atenta dos 169 desdobramentos para se ver claramente o objetivo totalitário de se criar um governo mundial, que é, no “final das contas” a implantação da Nova Ordem Mundial, ou seja, um governo mundial único e totalitario.

A negociação da nova agenda é considerada inovadora no âmbito da ONU, porque os ODS foram elaborados com participação direta dos estados-membros e da sociedade civil e nasceram a partir de amplas consultas no mundo.

Ban Ki-moon disse que, para alcançar os novos objetivos globais, será necessário compromisso político de alto nível.

“Esta agenda reflete a urgência de uma ação pelo clima. Está baseada na igualdade de gênero e no respeito ao direito de todos. Devemos engajar todos os atores, como fizemos na construção da agenda. Devemos engajar parlamentares e governos locais, empresários e a sociedade civil, ouvir cientistas e a academia”.

Porém para se atingir os objetivos, antes de 2030, ações coordenadas e efetivas precisam ser adotadas. A implantação das metas será feita a ferro e fogo a partir de 2020.

A Década (2020 a 2030) é denominada pela ONU como “A Década da Ação“.

Como dito pelo próprio Ban Ki-moon:
Devemos engajar parlamentares e governos locais, empresários e a sociedade civil, ouvir cientistas e a academia“.

Portanto se preparem aí vem fogo!!!

Relação da quantidade de mortes e tipo de vacina após vacinação. Site Oficial do Governo Holandês

Fonte:

De acordo com o laboratório bijwerkingen centrum lareb, em 2 de janeiro de 2022, aproximadamente 29,3 milhões de vacinas foram dadas em toda a Holanda. Isso diz respeito a cerca de 20,8 milhões de vacinas da Pfizer/BioNTech (Comirnaty), 2,8 milhões da AstraZeneca (Vaxzevria), 4,9 milhões da Moderna (Spikevax) e 850.000 da Janssen. Esses números são baseados no painel Corona do Governo Central .

Ainda de acordo com o mesmo site:
Até agora, houve 620 relatos de morte após a vacinação contra a corona. Trata-se de 298 pessoas com mais de 80 anos, 252 pessoas entre 61 e 80 anos, 50 pessoas entre 41 e 60 anos e 15 pessoas entre 20 e 40 anos. A idade exata de 5 pessoas não é (ainda) conhecida.
A maioria dos relatórios foi sobre a vacina da Pfizer/BioNTech (Comirnaty). Esta é a vacina corona mais utilizada e também a vacina que foi utilizada na população idosa nos primeiros meses.
A morte após a vacinação não significa que um efeito colateral da vacina seja a causa da morte.

Cópia da tabela do site do Laboratório Holandês.

Compilando os dados:

Tabela compilada com os dados acima

A análise é sobre a quantidade de mortes proporcionais relacionadas a cada vacina. Nao está sendo analisado a quantidade de mortes que haveria se as vacinas não tivessem sido aplicadas.

O resultado ideal seria que o percentual de mortes fosse igual ao percentual de vacinados para cada vacina. O que mostraria que não haveria interferência das vacinas na causa das mortes.
Portanto, todas as vacinas que apresentaram, após a vacinação, valores percentuais de óbitos maiores que os percentuais de vacinados, estatisticamente, protegeram menos ou causaram proporcionalmente mais mortes.

  1. A Janssen apresentou o maior número de mortes proporcional após a primeira vacinação. Essa vacina foi aplicada em 2,9% da população, mas corresponde a 4,8% do total de mortes (após a primeira vacinação).
  2. A AstraZeneca apresentou o segundo maior número de mortes proporcional. Essa vacina foi aplicada em 9,5% da população e corresponde a 13,9% de mortes após a primeira dose e 11% após a segunda.
  3. A Pfizer manteve-se estável com leve aumento de mortes proporcional a partir da segunda dose, foi aplicada em 70,9% da população e corresponde a 79,3% de mortes após a terceira dose.
  4. A Moderna apresentou o melhor resultado com menor número de mortes e é a única que apresentou resultados de mortes proporcionalmente menores.

Conclusão: a única vacina que proporcionalmente salvou mais vidas foi a da Moderna, todas as outras estatisticamente deixaram de salvar vidas ou causaram mortes.

Estudo mostra que existem mais mortes relacionadas com vacina da Pfizer do que com da AstraZeneca

Fonte: Sputnik Brasil

O estudo de uma empresa britânica com dados de seis países europeus (realizado em Abril de 2021) diz que a taxa de mortalidade após o uso da vacina da Pfizer contra o corona-vírus é significativamente maior do que a da AstraZeneca (relatório obtido pela agência de notícias Sputnik)

Casos Fatais por milhão de doses

PaísPfizerAstraZeneca
França45,317,9
Alemanha29,96,5
Reino Unido20,724,2
Noruega164,344,6
Áustria47,57,5
Itália10,97,3
De acordo com as estatísticas apresentadas pelos governos e agências relacionadas

Conclusão: Independente da causa da morte (se foi ou não causada pelas vacinas) existe uma forte e significante relação entre mortes e tipos de vacinas.
O que prova, estatisticamente, que as vacinas têm influência na causa das mortes, por não proteger a contento ou por causá-las sob determinadas condições.